O uso freqüente da pílula do dia seguinte pode causar danos à saúde

A pílula do dia seguinte deve ser utilizada apenas em casos de emergência. Confira abaixo algumas dúvidas mais freqüentes.

O uso freqüente da pílula do dia seguinte pode causar danos à saúde

A pílula do dia seguinte também conhecida como “Plano B” deve ser utilizada apenas em casos de emergências, geralmente quando há falha de outro método contraceptivo. Esse medicamento acaba gerando muitas dúvidas entre as mulheres, aqui no Brasil o medicamento é utilizado desde 1999. Abaixo separamos algumas perguntas mais freqüentes.

                       

Anticoncepcional não evita a AIDS.

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O que é e como funciona a pílula do dia seguinte?

Há dois tipos desse medicamento, em dose única ou com dois comprimidos, no segundo caso a primeira pílula deve ser ingerida após a relação e o segundo após 12 horas. Em ambos os casos o medicamento deve ser tomado no prazo máximo de 72 horas, pois quando mais tempo demorar, menor será a eficácia.

Segundo especialistas, a pílula interrompe o processo de ovulação da mulher, impedindo que o esperma e óvulo encontrem-se nas trompas de Falópio, também pode evitar que o óvulo já fertilizado seja implantado, ocorrendo a descamação do útero, ou seja, ela age antes que a gravidez ocorra.

Onde encontrar?

Muitas pessoas podem adquirir a pílula sem prescrição médica, no entanto é extremamente importante ter a receita, ou a orientação de um médico ginecologista, cada caso requer cuidados especiais.

Tomar diversas vezes pode perder o efeito?

De fato a pílula não perde o efeito, porém as chances de falhar aumentam, pois o excesso pode fazer com o que organismo acostume com o remédio. A dica é tomar o quanto antes para ter maior eficácia.

O uso pode trazer problemas?

Os especialistas alertam que a contracepção de emergência pode causar sim alguns efeitos colaterais, como: alteração no ciclo menstrual, dificuldade em calcular do período fértil, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, diarréia entre outros dependendo de como o organismo de cada mulher reage, por isso a importância da avaliação médica.

A pílula não deve ser tomada por mulheres que já estão grávidas, nem quem sofre com doenças hematológicas, vascular, obesidade mórbida ou com hipertensão.

Importante:

A pílula não deve substituir outro método contraceptivo, seu preço é um pouco elevado e não previne contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s), é necessário usar sempre a camisinha e um anticoncepcional. Além disso, ela protege apenas a relação anterior, é necessário usar outro método contraceptivo no dia seguinte.

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Nathalia
27/09/11



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